domingo, setembro 10, 2006

Amor, retribu�do sem favor

Passado um mês, não sei como aguentei a distancia e a saudade. Sempre soube o quanto te amava e o quanto eras importante para mim.
Mas quando me deparei sozinha a olhar para o mar e para as estrelas arrependi-me do “não” que pronunciei anteriormente, do mal que fiz a duas almas que se amam.
Arrependo-me todos os dias de muito raramente assumir os meus sentimentos, de tentar racionalizar tudo e todos. Sinto-me como um bebe quando aprende a andar… vai caindo até se meter em pé.
Já sofri, já chorei, já ri, já fui feliz. Fizeste-me a pessoa mais feliz do mundo no dia em que foste ter comigo ao Colombo, e depois a Picoas e mais tarde estava deitada a teu lado.
Nunca me tinhas tratado assim, senti que era muito importante na tua vida. Actualmente eu sinto vontade de construir um futuro a teu lado, se me quiseres serei tua para a eternidade. Mas enquanto eu ando feliz, comovida e maravilhada a sonhar e tentando construir um futuro… por sua vez sinto-te cada vez mais distante… mais triste… mais longe de mim.
Quero voltar a beijar-te a amar-te, a ser amada, a ser ouvida, a ser entendida… como eras andes de me ir embora. Antes de eu partir antes de eu fugir dos meus sentimentos.
Talvez seja tarde… mas nunca é tarde para amar. E eu quero olhar para o lado e ver um homem que m ame, e que esteja pronto para assumir esse sentimento, perante os outros, mas principalmente perante ele próprio.

És passado, presente e futuro… aconteça o que acontecer… estarei aqui à beira da estrada À espera que passes para me amares e para finalmente ser feliz ao lado do homem que amo.


(não te quero agora nem amanha, quero-te para sempre)

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